quarta-feira, 23 de setembro de 2009

CHINA PROMETE PLANTAR FLORESTAS E USAR ENERGIAS RENOVÁVEIS

Na conferência de mais alto nível já realizada pela ONU para discutir a mudança climática, o governo da China comprometeu-se, nesta terça-feira (22) a plantar árvores suficientes para cobrir uma área igual à da Noruega e que, dentro de uma década, pelo menos 15% da energia consumida no país virá de fontes renováveis. O presidente chinês Hu Jintao também prometeu "passos determinados e práticos" para aumentar o uso de energia nuclear, melhorar a eficiência energética e reduzir, "por uma margem notável", a taxa de crescimento das emissões de carbono na comparação com o crescimento da economia. "Em jogo na luta contra o aquecimento global estão os interesses comuns de todo o mundo", disse Hu. "Por conta de um senso de responsabilidade para com seu próprio povo e com os povos do mundo, a China compreende completamente a importância e a urgência de se atacar a mudança climática".Muita atenção foi dada também ao primeiro discurso do presidente dos EUA, Barack Obama, na ONU. Ele disse que seu país está "determinado a agir". "A ameaça da mudança climática é séria, é urgente e está aumentando", disse Obama. "E o tempo para virar a maré está acabando". As ambições mais específicas da China, no entanto, falaram mais alto que a retórica quando o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cobrou de presidentes, primeiros-ministros e outros líderes a "aceleração do passo das negociações e fortalecer a ambição das ofertas" para o novo pacto mundial que terá de ser formado em dezembro,em Copenhague. "O fracasso em atingir um acordo amplo em Copenhague seria moralmente indesculpável, economicamente míope e politicamente pouco inteligente", advertiu. "A ciência exige. A economia mundial requer".

A cúpula da ONU desta terça e a reunião do G20 marcada par Pittsburgh, mais para o fim da semana, têm, o objetivo de aumentar a pressão sobre os países ricos para que se comprometam, em Copenhague, com cortes obrigatórios nas emissões de gases causadores do efeito estufa a partir de 2013, e para que paguem para que os países mais pobres preservem suas florestas, queimem menos combustíveis fósseis e adaptem-se às condições do clima em mudança. Mas a China e outras economias em rápido desenvolvimento não aceitarão cortes obrigatórios de emissão de gases do efeito estufa. Os países em desenvolvimento "não se deve pedir (que os países em desenvolvimento) assumam obrigações além de seu estágio de desenvolvimento", disse Hu. Líderes disseram que, restando apenas três semanas de negociações, a probabilidade aumenta de que o resultado de Copenhague seja algo menos que um tratado pleno.

Decepção - Ambientalistas mostraram-se desapontados pelas falas de Obama e Hu."Foi um pouco decepcionante que a china não desse um número para a intensidade de gases causadores do efeito estufa. Esperava que saísse agora", disse Knut Alfsen, chefe de pesquisas do Centro Internacional de Pesquisas de Clima e Energia, de Oslo. "Mas foi um progresso. Há cinco anos, o clima nem era uma questão na China".

Ambientalistas atacaram Obama por ter sido muito genérico em seu discurso. "Estamos muito desapontados, mesmo, com o que Obama disse", afirmou o coordenador para clima do Greenpeace Internacional, Thomas Henningsen."Foi mais um passo para trás que para a frente", acrescentou, destacando que Obama, ao contrário de outros países, noa se comprometeu com nenhuma medida concreta.
Fonte: Estadão

DESASTRES NATURAIS DESALOJAM MILHÕES DE PESSOAS, DIZ ESTUDO


Enchentes, tempestades, estiagens e outros desastres naturais levaram 20 milhões de pessoas a abandonar suas casas no ano passado, quase quatro vezes mais do que o número de pessoas desalojadas por conflitos, informou um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira (22). O estudo tentou quantificar pela primeira vez o número de pessoas forçadas a deixar suas casas por causa da mudança climática. O aquecimento global está provocando um aumento na frequência e na intensidade das tempestades e em outros padrões de alteração do clima, então, os desastres são agora "um motivador extremamente significativo de desalojamento forçado no mundo", disse o relatório. O estudo afirmou que, em 2008, 36 milhões de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas por causa de desastres naturais de início rápido. O terremoto de Sichuan, na China, foi responsável pelo desalojamento de 15 milhões dessas pessoas, mas os desastres relacionados ao clima desabrigaram 90 por cento do restante. O relatório disse que outras muitas pessoas provavelmente foram forçadas a deixar suas casas por crises de estabelecimento mais lento, como as secas. O relatório foi feito em conjunto pelo Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários e pelo Centro de Monitoramento de Deslocados Internos (IDMC), um organismo que normalmente monitora os deslocamentos provocados por conflito. O objetivo foi "ver se era possível colocar o problema em números e desenvolver uma metodologia que nos permita a fazer isso ao longo do tempo", disse a chefe do IDMC, Kate Halff.

A resposta foi "sim", embora Halff tenha advertido que o esforço de monitoramento até agora "não nos dá nenhuma ideia sobre o período que essas pessoas estão desalojadas ou sobre suas necessidades. Neste estágio, são apenas um número. "No ano passado, mais de cinco milhões de pessoas foram desalojadas por enchentes na Índia, atribuídas, em parte, às mudanças no ciclo de monções do país. Nas Filipinas, quase dois milhões de pessoas foram forçadas a sair de casa por fortes tempestades. China e Mianmar também registraram desalojamentos em larga escala em razão de tempestades. A Ásia foi responsável por 90 por cento dos deslocamentos relacionados a desastres do ano passado, porque, segundo o relatório, "a Ásia é a região mais propensa a desastres."
Fonte: JB Online

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

BANCO MUNDIAL PRESSIONA PAÍSES RICOS A AGIR CONTRA AQUECIMENTO


Os países mais ricos precisam agir imediatamente e reduzir à força a emissão de gases causadores do efeito estufa, ou os crescentes custos das mudanças climáticas atingirão desproporcionalmente os países pobres, afirmou o Banco Mundial nesta terça-feira (15/09/09). Em um profundo relatório sobre a ameaça da mudança climática, o Banco Mundial afirmou que países em desenvolvimento arcarão com cerca de 75 a 80 por cento dos custos causados pelos danos da mudança climática e que os países ricos, que causaram a emissão no passado, devem pagar a eles para adaptarem-se ao aquecimento global. A entidade afirmou que o cuidado com as mudanças climáticas nos países em desenvolvimento não precisa comprometer as medidas de combate à pobreza e o crescimento econômico, mas salientou que o financiamento e suporte técnico dos países ricos é fundamental. O relatório é publicado antes da reunião de Copenhague em dezembro, onde os países esperam chegar a um acordo global para combater as mudanças climáticas. "Os países do mundo precisa agir agora, em conjunto e de forma diferenciada sobre a mudança climática", apontou o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. "Os países em desenvolvimento são desproporcionalmente afetados pela mudança climática - uma crise na qual não participaram fortemente e para a qual são os menos preparados. Por essa razão, um acordo equilibrado em Copenhague é vital", explicou. O estudo afirma que os países em desenvolvimento podem perder permanentemente entre 4 a 5 por cento de seu PIB se a temperatura da Terra subir 2 graus Celsius, enquanto que no países ricos as perdas serão muito menores.
Fonte: Estadão

ESTUDO PEDE QUE SUÍÇOS NÃO CONSUMAM CARNE E MAMÃO DO BRASIL

Um estudo recomenda que os suíços não consumam carne bovina nem mamões papaia do Brasil por causa da repercussão de seus sistemas de produção sobre o clima. O levantamento feito na Suíça analisou a influência dos produtos de origem animal e vegetal no meio ambiente em vários países. Segundo os pesquisadores, "a carne bovina procedente do Brasil tem forte influência sobre nosso clima, porque o gado é abatido a uma idade mais tardia devido a um sistema de produção diferente, de modo que, com uma vida mais longa, emitem um volume maior de gás metano, que gera efeito estufa". Além disso, o estudo destaca que "a forte demanda por carne proveniente do exterior provoca uma intensificação da destruição das selvas tropicais para satisfazer o mercado", o que afeta não só a biodiversidade vegetal e animal, mas também tem efeitos muito nocivos para o clima. Os pesquisadores apresentaram suas conclusões em uma conferência realizada na sede do Agroscope, organismo dependente do Ministério da Agricultura suíço, em Zurique. Os responsáveis pelo estudo também sustentam que, se o cultivo de mamão papaia no Brasil produz poucos gases estufa, "o transporte por avião até a Suíça eleva as emissões a um nível muito superior ao de todas as outras frutas". O transporte também foi apontado como um impedimento para o consumo de maçãs argentinas. Atlanti Bieri, porta-voz do Agroscope, disse à Agência Efe que o estudo comparou os produtos de origem animal e vegetal de muitos países. "O Brasil e a Argentina são mencionados em algumas das comparações porque esses produtos são vendidos nas lojas suíças, e o que estamos dizendo é que, no momento de comprar, é preciso levar em conta as consequências para o meio ambiente", afirmou Bieri. O porta-voz ainda explicou que os consumidores suíços estão preocupados com assuntos como a sobrevivência da floresta tropical, e daí essas recomendações. Além disso, com o transporte, esses produtos emitem mais gás carbônico do que os alimentos locais, o que também ocorreria se maçãs suíças fossem vendidas na Argentina, por exemplo. Os especialistas também recomendaram aos suíços para que, no momento de comprar carne nacional, deem preferência à suína frente à bovina, pois "o impacto ambiental dos bovinos é até quatro vezes superior por cada quilo de carne", já que as emissões de gás metano entre os suínos são muito menores.
Fonte: Estadão

terça-feira, 15 de setembro de 2009

CIENTISTAS BRITÂNICOS IDENTIFICAM GENE QUE CONTROLA COMBATE A DOENÇAS

Cientistas britânicos anunciaram o descobrimento de um gene que ajuda a mobilizar o sistema imunológico para combater doenças. O gene faz com que células-tronco do sangue se tornem células imunológicas conhecidas como Natural Killers (NK, ou Matadoras Natas). Células NK que funcionam de maneira adequada são um tipo de glóbulo branco chave para a defesa do organismo, matando células cancerosas, vírus e bactérias. Espera-se que a descoberta leve ao desenvolvimento de formas de estimular a produção de células de defesa do organismo, criando, potencialmente, uma nova forma de eliminar o câncer. Atualmente, as células NK separadas de sangue de doadores são usadas no tratamento de alguns pacientes com câncer, mas sua eficácia é limitada porque elas podem ter pequenas diferenças de pessoa para pessoa. O líder da pesquisa, Hugh Brady, disse: "Se um maior número de células-tronco do paciente puder ser 'coagido' a se transformar em células NK através de um tratamento químico, nós poderemos aumentar a força de combate do organismo ao câncer sem ter que lidar com os problemas de incompatibilidade ao doador. "Doenças auto-imunes - Segundo os pesquisadores, a identificação do gene E4bp4 pode ainda ajudar a desenvolver novos tratamentos para diabete tipo-1 e esclerose múltipla. Ambos os distúrbios ocorrem quando o sistema imunológico se volta contra os próprios tecidos do corpo. Alguns cientistas acreditam que o mau funcionamento de células NK é que provoca o ataque a células saudáveis. Para fazer a descoberta, os cientistas do Imperial College London, University College London e Instituto Nacional para Pesquisa Médica do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha criaram um rato sem o gene E4bp4. Estes animais eram absolutamente normais, exceto pela ausência de células NK. Os pesquisadores começaram a estudar o efeito do E4bp4 em uma forma rara mas fatal de leucemia infantil quando descobriram a importância das células NK.
Fonte: G1

PLANO VAI ORIENTAR POLÍTICA DE GESTÃO PARA ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

O Programa Nacional de Águas Subterrâneas (PNAS) será lançado nesta terça-feira (15) pela Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU), na abertura do I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo, em São Paulo, no Centro Fecomércio de Eventos. O lançamento será feito pelo diretor do Departamento de Águas da SRHU, João Bosco Senra. O programa tem o objetivo de ampliar os conhecimentos técnicos básicos, desenvolver a base legal e institucional para a correta gestão das águas subterrâneas. De acordo com João Bosco, o programa, que é o oitavo do Plano Nacional de Recursos Hídricos, estabelece a política para a água e orienta a política de água subterrânea. O diretor explica que a água subterrânea é um recurso estratégico principalmente para o consumo humano e um dos principais objetivos da política é o de preservar o recurso natural do ponto de vista econômico, social e ambiental. Segundo João Bosco, as águas subterrâneas são de domínio dos estados e o plano traça diretrizes de cooperação entre os entes federados. Durante o Congresso, que será realizado de 15 a 18, a Secretaria vai disponibilizar todo o material produzido com o Aquífero Guarani. A ampliação do conhecimento hidrogeológico e a caracterização dos sistemas dos aquíferos vão também subsidiar a gestão integrada das águas. Para isso, vêm sendo realizados, dentro do programa, estudos sobre a qualidade das águas, os balanços hídricos, parâmetros hidrogeológicos, definição de reservas, modelos de fluxo, áreas de carga e descarga, vulnerabilidade natural e risco de poluição e contaminação. Estão também sendo realizados estudos e projetos em escala local com o objetivo de conhecer especialmente os aquíferos localizados em regiões metropolitanas onde a água subterrânea constitui relevante manancial para o abastecimento público. No monitoramento quali-quantitativo o que se pretende é a ampliação da base de conhecimento hidrogeológico dos aquíferos brasileiros, acompanhando as alterações espaciais e temporais na qualidade e na quantidade das águas subterrâneas. Para trocar experiências e fazer uma atualização técnica da questão das águas subterrâneas, durante quatro dias de evento estão sendo esperados representantes de universidades, legisladores, reguladores, consultores e prestadores de serviço que vão aproveitar o encontro para mostrar suas experiências. De acordo com a Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), a maior parte da água disponível no mundo encontra-se sob a terra. Como exemplo é citado o caso do estado de São Paulo onde 80% dos municípios são total ou parcialmente abastecidos por água subterrâneas. O recurso natural atende a uma população de mais de 5,5 milhões de habitantes.
Fonte: MMA

MOTOS POLUEM ATÉ QUATRO VEZES MAIS QUE CARROS

Responda rápido: o que polui mais, carro ou moto? Se você pensou no veículo de quatro rodas, errou. Embora pareça lógico imaginar que as motocicletas sejam mais "verdes" por serem menores, estudos mostram exatamente o contrário. As novas motocicletas produzidas e vendidas em 2008 emitem até quatro vezes mais poluentes que os automóveis, mostra relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). O matemático Jucélio Rocha dos Santos, 29, pilotou moto por dois anos para tentar contornar o trânsito de São Paulo. Confiava que a sua, comprada em 2007, iria poluir menos do que um carro, "por ser menor e consumir menos combustível" e ainda mais "por ser moderna, com catalisador". Ledo engano. "Via de regra a emissão de poluentes das motos é sempre maior", diz Vanderlei Borsari, gerente da divisão de Transporte Sustentável e Emissões Veiculares da Cetesb. Segundo o diretor-executivo da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), Moacyr Alberto Paes, o atual nível de emissão de poluentes de motos pode chegar a até seis vezes mais do que o nível dos carros. A falta de espaço no veículo de duas rodas para instalar filtros, tratar o escapamento e motor é apontada como uma dificuldade técnica para fazer das motos instrumentos mais ecológicos. O Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares) começou somente em 2003 a refinar técnicas para restringir a emissão de monóxido de carbono, 15 anos depois do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). Apesar de, em 2009, o Promot ter imposto restrições ainda mais severas de emissão de poluentes das motos, ele se refere somente à produção e venda de veículos novos. De acordo com estudo da Cetesb, 49,8% das motocicletas que circularam em 2008 na região metropolitana de São Paulo não tiveram controle de emissões, pois foram produzidas antes do programa entrar em vigor. Outros 16,2% atenderam à fase 1 do programa e 34% à sua fase 2, com restrições mais leves.
Comparação de poluentes - O gerente da Cetesb informa que, para motos nacionais entre 151 a 500 cilindradas, a média ponderada - ajustando-se pelo total de veículos vendidos - de poluentes emitidos pela frota vendida em 2008 foi de 0,98 grama de CO por quilômetro rodado, quase o dobro dos automóveis a gasolina desse ano, de 0,51 grama de CO por quilômetro rodado. Para hidrocarbonetos, a relação foi maior ainda: a média dos poluentes emitidos por motos chegou a 0,25 gramas por quilômetro, cerca de quatro vezes mais que o índice obtido para os automóveis, de 0,069 gramas por quilômetro rodado. De acordo com a Abraciclo, a progressão dos limites máximos de emissão de poluentes de motocicletas passou, para o CO, de 13 gramas por quilômetro rodado, em 2003, para 2 gramas por quilômetro, em 2009 - 15% do inicial. Para os hidrocarbonetos, a redução foi de 1,5 gramas por quilômetro, em 2003, para 0,3 gramas por quilômetro rodado, neste ano - 20% do inicial. Já para o óxido de nitrogênio, a diminuição foi de 0,4 gramas por quilômetro para 0,15 gramas por quilômetro, no mesmo período - cerca de 40% do valor inicial. Não há limites no Promot para outros tipos de poluentes.
Bikeboys - Uma proposta para reduzir o uso de motocicletas é, como defende Thiago Benicchio, responsável pelo site Apocalipse Motorizado, a contratação de "bikeboys" em vez dos tradicionais motoboys. Dois exemplos de empresas que prestam esse serviço em São Paulo são a Bike Courier e a Exodus Express Bike. Esse tipo de serviço promete taxas menores e boa velocidade para percursos menores. De acordo com dados da Cetesb referentes a 2008, o Estado de São Paulo apresenta a maior frota automotiva registrada do Brasil, com 18,3 milhões de veículos automotores. Desses, 3,5 milhões são motocicletas, 1,1 milhão são movidos a diesel, e 13,7 milhões são outros veículos movidos a gasolina, álcool e gás.
Autor: Maurício Kanno